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Greve em hotéis, restaurantes e similares de Curitiba

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Assembleia da categoria decidiu que a partir do dia 29, sexta-feira haverá greve geral em Curitiba e Região.
Trabalhadores paralisados em Curitiba - PR

Trabalhadores paralisados em Curitiba - PR

Uma assembleia com a participação de mais de 20% dos trabalhadores em hospitalidade e gastronomia de Curitiba decidiu pela paralisação da categoria por tempo indeterminado a partir do dia 29, a próxima sexta-feira. O encontro ocorreu na tarde de hoje na Boca Maldita depois de uma última tentativa do Sindehotéis de um acordo para um aumento mais condizente, além do piso de R$ 880 por mês oferecido pelos patrões.
A mobilização vai ocasionar o fechamento de estabelecimentos, numa estratégia que passa a ser traçada nos próximos dias envolvendo trabalhadores e sindicalistas dispostos a pressionar os patrões para que acolham as pedidas da classe.
Nas negociações formalizadas junto ao Ministério do Trabalho e os patrões não abrem mão da proposta chegou-se ao piso de R$ 880, desde que com a inclusão de duas cláusulas, uma com jornada de 12x36 e outra que propõe o banco de horas.
Os trabalhadores acharam ridícula a proposta e pedem: anuênio de 2%, cesta básica de R$ 200 ao mês, seguro de vida de R$ 45 mil, vale transporte gratuito, vale refeição de R$ 20 por dia trabalhado e adicional de assiduidade de 20%, além de aumento pelo INPC mais 4%, o que equivale a um piso de R$ 930.
Até hoje a categoria havia decretado estado de greve e nem assim os patrões se sensibilizaram. Agora está formalizada a decretação de greve o que vai implicar no fechamento de estabelecimentos em Curitiba e Região.
Para Moacyr Auersvald, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade, Contratuh, este tem sido o clima das negociações da categoria em cidades onde as convenções são antigas. A falta de conquistas foi se acumulando ao longo dos anos e chegou-se a uma situação insustentável. Ele aconselha a turistas e visitantes de Curitiba que não programem suas viagens para as próximas semanas, pois "não haverá atendimento condizente por culpa da insensibilidade dos patrões". O presidente da Federação dos Empregados e Turismo e Hospitalidade do Paraná, Wilson Pereira tentou os últimos recursos de negociações com os patrões, mas chamou de "intransigência" a postura deles, não deixando alternativa que não seja a greve. Já o presidente do Sindehotéis, Luís Alberto dos Santos garante que vários estabelecimentos serão fechados a partir de sexta-feira e ele entende que rapidamente os patrões irão rever seus posicionamentos. "Quando começar a arder no bolso deles, temos certeza que recuarão", prognosticou.

Fonte Sindehotéis Curitiba - PR

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